Porto Alegre, Domingo, 27 de setembro de 2026
Brasil

Moedas anglo-saxônicas e islâmicas ajudam a datar tesouro viking na Dinamarca

Arqueólogos encontraram 18,5 quilos de prata e cerca de 700 objetos enterrados em Rebild há cerca de 1.100 anos.

Moedas anglo-saxônicas e islâmicas ajudam a datar tesouro viking na Dinamarca

Moedas de origens anglo-saxônica e islâmica ajudaram arqueólogos a situar no século 10 um tesouro enterrado em Rebild, no norte da Dinamarca. O conjunto reúne 18,5 quilos de prata e cerca de 700 objetos e fragmentos da Era Viking.

A descoberta ocorreu durante a preparação do terreno para a construção de um terraço. O proprietário retirava grama, pedras e cascalho quando sua ferramenta atingiu algo com um som diferente. Ao remover a terra com as mãos, encontrou peças metálicas.

Peças preservadas em recipiente de argila

Os Museus do Norte da Jutlândia identificaram 47 moedas inteiras ou fragmentadas, além de joias, barras de prata e outros itens. Cerca de 320 peças permaneciam dentro do recipiente de argila usado para armazenar o tesouro. Juntas, elas pesam aproximadamente 6,4 quilos.

Parte dos objetos estava espalhada pelo solo. O material inclui pulseiras, um pequeno martelo de Thor e uma barra com inscrição em runas. Os arqueólogos interpretam o registro como “Hutu”, mas ainda analisam se a palavra era um nome ou uma marca de propriedade.

Depósito ligado a comércio de longa distância

Duas moedas foram produzidas durante o reinado de Eduardo, o Velho, entre 899 e 924. A presença de exemplares estrangeiros contribui para a avaliação das relações comerciais mantidas durante a Era Viking.

Os pesquisadores também encontraram prata cortada em pequenos pedaços. A prática estava ligada ao uso do metal pelo peso em negociações.

O conjunto foi classificado pelos arqueólogos como o maior tesouro conhecido de prata da Era Viking descoberto na Dinamarca. O material passará por estudos e conservação, com possibilidade de exposição pública.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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