MORUMBIS — Carlinha defendeu o pênalti cobrado por Gabi Zanotti e manteve o São Paulo à frente do Corinthians na final do Brasileirão Feminino de 2026. O empate por 1 X 1 garantiu o título ao Tricolor, que venceu o confronto por 3 a 2 no placar agregado.
A cobrança ocorreu no segundo tempo, após Robinha puxar Érika dentro da área. Daiane Muniz não marcou a infração inicialmente, mas revisou o lance depois de uma recomendação do VAR e assinalou a penalidade. Carlinha acertou o canto e evitou que o Corinthians igualasse o agregado.
Público recorde
A decisão reuniu 49.405 torcedores e estabeleceu o maior público da história do futebol feminino na América Latina. Considerando também o futebol masculino, a partida foi o 4° jogo com maior bilheteria em 2026.
O resultado encerrou um jejum de 29 anos do São Paulo sem conquistar o Brasileirão Feminino. A equipe já havia tido o Corinthians como adversário na melhor oportunidade recente, em 2024, mas o Timão ficou com a taça naquela ocasião.
Gols no primeiro tempo
O São Paulo abriu o placar aos dez minutos. Bia Menezes recebeu na ponta da grande área e finalizou forte para marcar. O gol ampliou a vantagem tricolor no agregado para 3 a 1.
O Corinthians empatou depois de uma falha na saída de bola. Carlinha tentou jogar com os pés, entregou a bola para Juliete, e a atacante deixou o confronto igual. Mesmo com o empate, o São Paulo seguiu na frente por 3 a 2 no agregado.
O Tricolor ainda marcou outra vez antes do intervalo, mas o gol foi anulado por impedimento de Crivelari. No segundo tempo, o Corinthians controlou a posse de bola e pressionou em busca da virada, mas não conseguiu transformar o domínio em gol.
Daiane Muniz acrescentou nove minutos à etapa final. O São Paulo suportou a pressão até o apito final e confirmou a conquista. Gi Crivelari participou da jogada do gol e foi apontada como destaque são-paulino nos últimos 90 minutos da decisão.



