A reformulação do elenco do São Paulo é tratada como certa, enquanto a eleição presidencial pode alterar o comando do clube na virada do ano. As mudanças também podem atingir a comissão técnica e a área de futebol, em meio à falta de resultados e à crise financeira.
O próximo presidente terá de realizar pelo menos duas vendas para tentar evitar um rombo sem precedentes no balanço de 2026. Enzo Diaz e Cédric Soares permanecem no clube por falta de ofertas. Bobadilla, Marcos Antônio e atletas recém-promovidos da base aparecem como alternativas para a composição do elenco.
Disputa pela presidência
O mandato de Harry Massis termina em 31 de dezembro, e a tendência é que ele não consiga concorrer à reeleição. Quatro dos cinco grupos políticos ligados à situação são contrários à candidatura do atual presidente.
Marcelo Portugal Gouvêa é o único candidato definido até agora. Ele é filho do ex-presidente de mesmo nome. A situação deve indicar seu concorrente nos próximos dias.
Técnico e executivo em avaliação
Dorival Júnior também pode deixar o São Paulo. O técnico recebe R$ 2 milhões por mês, mas tem aproveitamento de pontos inferior ao de Roger Machado, que era muito contestado pela torcida. Como o contrato termina em dezembro, uma eventual saída seria menos traumática.
Rafinha, que assumiu o cargo de executivo de futebol após a demissão de Rui Costa, também tem o trabalho questionado nos bastidores do Morumbi. As críticas vêm de integrantes da situação e da oposição.



