RIO DE JANEIRO — O Flamengo ainda precisa definir a rede hoteleira que vai operar o complexo planejado para a sede da Gávea. O clube também busca investidores para viabilizar a construção, sem usar recursos próprios na obra.
O empreendimento já recebeu licença da Prefeitura do Rio e foi apresentado aos conselheiros em junho. O custo estimado é de R$ 500 milhões. XP e BTG aparecem como favoritos para financiar o projeto e analisam o negócio.
A proposta atual prevê dois hotéis de quatro estrelas no espaço das arquibancadas do estádio da Gávea. As unidades serão instaladas em duas torres de dez andares, com 348 quartos e 536 vagas de estacionamento. O complexo terá ainda um shopping center integrado, com 82 lojas.
A ideia inicial era construir um hotel cinco estrelas. O plano mudou para duas unidades de quatro estrelas, com mais quartos e uma estrutura comercial ligada ao empreendimento.
Plano para o entorno
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, apresentou outras possibilidades para a área, como um centro de entretenimento e um parque de diversões com atrações voltadas ao público rubro-negro.
As arquibancadas são pouco utilizadas porque a sede fica perto de hospitais e residências. O barulho do público dificulta a realização de jogos no local, que hoje é usado para treinos e eventos.
Obras no Ninho do Urubu
O Flamengo também realiza obras no miniestádio do Campo 10 do Ninho do Urubu. A conclusão está prevista entre julho e agosto de 2027. A capacidade foi ampliada para 4.500 torcedores, acima dos 2 mil lugares previstos inicialmente.



