LA PLATA — O presidente do Estudiantes, Juan Sebastián Verón, entrou no gramado após o fim da decisão da Supercopa Internacional da Argentina para protestar contra a arbitragem de Darío Herrera. O clube reclamou de um toque no braço de Ovando dentro da área, mas o juiz não marcou pênalti.
A contestação ocorreu depois da derrota por 3 a 1 para o Rosario Central, nesse sábado (26), no Estádio Jorge Luis Hirschi. O resultado deixou o Estudiantes sem o título e antecedeu os confrontos contra o Flamengo pelas semifinais da Copa Libertadores.
A equipe de Rosario abriu o placar com Alexis Castro. Ángel Di María virou a partida com dois gols, e Julián Fernández marcou nos acréscimos. Após o terceiro gol, atletas e integrantes das comissões técnicas se envolveram em um tumulto no campo, com empurrões, xingamentos e agressões físicas.
Confusão também nos vestiários
O desentendimento prosseguiu durante o deslocamento dos jogadores para os vestiários e voltou a ocorrer depois do apito final. Di María comentou o episódio em entrevista à DSports e afirmou que o Rosario Central apenas comemorava a conquista.
“Foi lamentável o que aconteceu na final. Não fizemos nada para que isso acontecesse”, disse o atacante.
O Estudiantes também deixou o campo insatisfeito com a decisão de Herrera no lance envolvendo Ovando. Verón protestou pessoalmente contra a equipe de arbitragem após o encerramento.
Semifinais contra o Flamengo
Flamengo e Estudiantes se enfrentarão nos dias 15 e 22 de outubro. A primeira partida será no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, enquanto o segundo duelo está marcado para o Maracanã. Os dois jogos começarão às 21h30, no horário de Brasília.



