Porto Alegre, Sábado, 26 de setembro de 2026
Saúde e treino

Unidades móveis zeram quatro filas de atendimento no Rio Grande do Norte

Carretas do SUS atenderam cerca de 19,5 mil pessoas em 11 municípios potiguares e realizaram mais de 48 mil procedimentos.

Unidades móveis zeram quatro filas de atendimento no Rio Grande do Norte

Quatro filas de atendimento foram zeradas em dois municípios do estado com o uso das carretas do programa Agora Tem Especialistas. Em Parnamirim, a demanda por mamografias, ultrassonografias transvaginais e ultrassonografias pélvicas foi totalmente atendida. Em Caicó, o programa eliminou a fila de tomografias.

As unidades móveis já realizaram mais de 48 mil procedimentos no Rio Grande do Norte e atenderam cerca de 19,5 mil pessoas em 11 municípios. Os serviços incluem consultas, exames e procedimentos especializados.

Atendimento no estado

Duas carretas estão em funcionamento no Rio Grande do Norte. Uma é voltada à Saúde da Mulher e está em Goianinha. A outra oferece Exames de Imagem e está instalada em João Câmara.

Além desses municípios, as unidades passaram por Angicos, Assú, Caicó, Mossoró, Parnamirim, Pau dos Ferros, Santa Cruz, São Gonçalo do Amarante e São José de Mipibu.

Os atendimentos são gratuitos e destinados a pacientes do SUS encaminhados e agendados pela rede pública. As carretas podem ser direcionadas para locais com maior demanda por serviços especializados.

Balanço nacional

No país, 120 carretas já ultrapassaram 1 milhão de procedimentos e atenderam 410 mil pessoas em 4.290 municípios. A previsão do Ministério da Saúde é chegar a 150 unidades móveis até o fim do ano.

As unidades estão distribuídas entre 63 carretas de saúde da mulher, 42 de exames de imagem e 15 de oftalmologia. Em todo o Brasil, 170 filas foram zeradas em 88 municípios de 22 estados.

Entre os procedimentos realizados estão mais de 110 mil tomografias e 80 mil cirurgias de catarata nas unidades de oftalmologia. As carretas de saúde da mulher oferecem mamografias, ultrassonografias e outros exames para investigar alterações relacionadas aos cânceres de mama e do colo do útero.

“É o SUS indo até a população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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