Porto Alegre, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Brasil

Brasil vence a Austrália, mas jornais apontam limites na atuação

Marca, The Guardian e Olé destacaram dificuldades, reação dos jogadores e o processo de renovação comandado por Carlo Ancelotti.

Brasil vence a Austrália, mas jornais apontam limites na atuação
Foto: Ingleses dizem que resultado devolve parte do orgulho aos torcedores Rafael Ribeiro/CBF

A Austrália chegou a abrir 2 a 1, mas o Brasil venceu por 4 a 2 nesta terça-feira (29). A equipe comandada por Carlo Ancelotti precisou marcar duas vezes na reta final para confirmar o resultado, que foi analisado com ressalvas por jornais da Espanha, da Inglaterra e da Argentina.

O The Guardian descreveu a partida como uma derrota intensa dos australianos e ressaltou que eles chegaram a liderar o placar. Mesmo sem classificar o desempenho brasileiro como dominante, o jornal avaliou que o triunfo devolveu parte do orgulho à seleção.

Na Espanha, o Marca concentrou a análise nos jogadores decisivos. O jornal afirmou que “Raphinha, Endrick e Vini Jr. salvam o Brasil do vexame” e considerou que o resultado não elimina os problemas apresentados pela equipe. Para a publicação, a vitória foi construída mais pelas ações de atletas importantes do que por uma demonstração coletiva de força.

Renovação no elenco

O argentino Olé destacou o processo de renovação conduzido por Ancelotti e citou a presença de Endrick, Estêvão, Rayan e Andrey Santos entre os jovens observados. O jornal descreveu o time como uma equipe de jogo direto e vertical, com concentração das ações ofensivas nos atacantes.

Apesar das dificuldades principalmente no primeiro tempo, o Olé também reconheceu o poderio ofensivo brasileiro e classificou o placar como uma vitória tranquila por 4 a 2. O resultado representou uma resposta da seleção após o empate no primeiro amistoso, embora as análises tenham mantido o foco nos problemas exibidos durante a partida.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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