Porto Alegre, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Esportes

Corinthians negocia dívida de R$ 630 milhões da Neo Química Arena com a Caixa

Clube interrompeu temporariamente uma parcela do refinanciamento e apresentou alternativas para reorganizar o débito do estádio.

Corinthians negocia dívida de R$ 630 milhões da Neo Química Arena com a Caixa

A dívida da Neo Química Arena está na casa dos R$ 630 milhões e representa mais de 20% do débito total do Corinthians. Para tentar reorganizar esse compromisso, o clube e a Caixa iniciaram uma renegociação das condições de pagamento.

Uma das alternativas apresentadas pelo Corinthians é a possibilidade de a Caixa assumir os naming rights do estádio. O clube também propôs a criação de títulos de capitalização e de ações ligadas ao Fiel Torcedor, seu programa de sócios.

Pagamento interrompido

Como parte das tratativas, o Corinthians conseguiu suspender temporariamente o pagamento da terceira parcela de 2026 do refinanciamento da arena. A diretoria busca um acordo que ajude a encerrar a dívida relacionada ao estádio e a reduzir seu impacto nas finanças do clube.

Participam das negociações o presidente Osmar Stabile, o diretor jurídico Pedro Soares e o diretor cultural Rafael Castilho. Atualmente, os naming rights pertencem à Hypera Pharma, que tem contrato de 20 anos com o Corinthians para a exploração do nome da arena.

Histórico do financiamento

O financiamento da Neo Química Arena começou em 2013, quando o Corinthians obteve crédito de até R$ 400 milhões para construir o estádio. Desde então, o débito passou por diferentes negociações e mudanças nas condições de pagamento.

A Gaviões da Fiel criou a campanha “Doe Arena” para ajudar o clube a quitar a dívida. Encerrada em novembro de 2025, a vaquinha arrecadou R$ 41.420.844,19, o equivalente a 5,92% da meta estabelecida.

A iniciativa, lançada em novembro de 2024, tinha previsão inicial de término em maio de 2025. A organização, porém, prolongou a arrecadação até 31 de dezembro de 2025.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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