Porto Alegre, Domingo, 27 de setembro de 2026
Futebol

Flamengo nega negociação para substituir Betano na camisa

Clube afirma que não negocia novo patrocinador e aguarda definição jurídica sobre a medida que restringe as bets no Brasil.

Flamengo nega negociação para substituir Betano na camisa

O Flamengo negou que esteja negociando um novo patrocinador para o espaço principal de sua camisa. A manifestação ocorreu após a circulação de informações sobre uma suposta proposta da Fatal Models para ocupar a área atualmente vinculada à Betano.

Em nota publicada no site oficial, o clube classificou a informação como inverídica e informou que não existe negociação nos termos divulgados. O Flamengo também disse que seu Departamento Jurídico adotará medidas em relação à divulgação das informações e ao uso de imagens da camisa com uma marca que não faz parte do quadro oficial de parceiros.

A situação está ligada à decisão do Governo Federal de proibir o exercício e a publicidade das casas de apostas em times de futebol. O clube já recebeu os valores previstos até o fim do ano e, por isso, a colocação de outra marca poderia ser considerada quebra de contrato.

Contrato com a Betano

O acordo entre Flamengo e Betano é válido até dezembro de 2028. Por causa da restrição às bets, o clube não planeja negociar o espaço principal da camisa em 2026 e aguarda os próximos passos jurídicos, além da definição sobre a medida provisória que trata do tema.

“O Clube esclarece que a informação é inverídica”, afirmou o Flamengo na nota. A instituição também reiterou que anúncios e comunicados oficiais são divulgados exclusivamente por seus canais institucionais.

O Governo Federal informou que, após a publicação da medida provisória no Diário Oficial da União, fica proibido qualquer novo aporte de recursos em contas de apostas. Os apostadores têm até as 23h59 de 5 de outubro para resgatar o saldo remanescente. A partir da zero hora de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas serão bloqueados no país, em articulação com a Agência Nacional de Telecomunicações, o Comitê Gestor da Internet no Brasil e as lojas de aplicativos.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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