Porto Alegre, Domingo, 27 de setembro de 2026
Saúde e treino

Esposa de Lito Sousa diz que tratamento experimental ainda não mostrou efeitos

Mila Seidl afirmou que a família aguarda as próximas semanas para avaliar a ação do medicamento contra a DCJ.

Esposa de Lito Sousa diz que tratamento experimental ainda não mostrou efeitos

A esposa de Lito Sousa afirmou que o tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) ainda não provocou mudanças positivas ou negativas observáveis no quadro do influenciador. Mila Seidl disse que será preciso aguardar para avaliar os efeitos do medicamento, devido à diferença entre a velocidade de progressão da doença e o tempo de ação da terapia.

Mila, de 41 anos, falou sobre a evolução do marido, de 59, em uma publicação nas redes sociais na quarta-feira (23). Segundo ela, o medicamento leva semanas para atingir o ápice do efeito, enquanto a doença também avança nesse intervalo.

“Por enquanto, não tenho nenhuma notícia com mudanças para trazer para vocês”, afirmou Mila. Ela destacou que a família precisa ter paciência para acompanhar a resposta ao tratamento.

Uso excepcional do medicamento

Lito começou a receber o ALN-6457, medicamento experimental levado ao Brasil no início de setembro em uma operação de urgência. Diagnosticado com DCJ em agosto, ele foi o primeiro ser humano a receber a medicação para essa finalidade.

O ALN-6457 ainda está em uma etapa anterior ao desenvolvimento clínico voltado à doença e não havia sido formalmente testado em seres humanos para esse tratamento. No caso de Lito, a utilização ocorre por meio de um programa de uso compassivo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação e o uso individual em 4 de setembro. A decisão considerou a raridade da doença, sua progressão acelerada e a ausência de uma terapia capaz de reverter o quadro.

O pedido foi apresentado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, onde Lito realiza o tratamento, após a aceitação do influenciador em um programa de uso compassivo mantido por uma empresa no exterior. Também foi considerada a inexistência de patrocinador ou representante do medicamento no Brasil.

A DCJ é uma condição neurológica rara associada aos príons, proteínas anormais que provocam danos progressivos ao sistema nervoso. A família aguarda as próximas semanas para avaliar se o medicamento produzirá efeitos no quadro.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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