Porto Alegre, Sábado, 26 de setembro de 2026
Brasil

Augusto Cury apresenta propostas para turismo, educação e agronegócio

Em encontro com influenciadores na capital paulista, candidato do Avante detalhou planos para ampliar a produção e financiar microempresas.

Em evento com jovens influenciadores, Cury promete 'revolucionar' turismo, educação, medicina e agricultura
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) apresentou propostas para turismo, educação, medicina, agricultura e crédito durante um encontro com influenciadores digitais na capital paulista, nesta segunda-feira (21).

Para o turismo, Cury propôs a criação de duas Black Weeks por ano, uma em cada semestre, com convênios entre companhias aéreas, restaurantes e hotéis. O objetivo, segundo ele, é ampliar o fluxo de visitantes no país. O candidato afirmou que o Brasil recebe 9 milhões de turistas, enquanto o México recebe cinco vezes mais e a Espanha, dez vezes mais.

Na educação, Cury disse que pretende transformar o ensino médio em ensino técnico. Ele citou 7,3 milhões de jovens nessa etapa e afirmou que 80% deles não fazem ensino técnico. O candidato também mencionou planos de promover mudanças na medicina e na agricultura.

Produção e agronegócio

Para o agronegócio, a proposta é dobrar a produção de alimentos nos próximos 10 anos, passando de 350 milhões para 700 milhões de toneladas. Cury também defendeu a verticalização da produção, com a instalação de frigoríficos no Nordeste e no Centro-Oeste para processar soja, milho, suínos e frangos.

Ele afirmou que o setor tem lucratividade de 5% e paga 20% de custeio. Também citou projetos para citricultura, grãos e seringueira. Segundo Cury, o país deveria alimentar pelo menos 2 bilhões de pessoas.

Crédito para microempresas

Cury afirmou que pretende dividir o BNDES em dois bancos: um voltado para grandes empresas e outro para microempresas. Também propôs agências do banco empreendedor em comunidades, favelas e escolas públicas.

O candidato disse que a redução dos juros poderia ampliar o financiamento de pequenos negócios. Ele afirmou que cada 1% a mais na taxa Selic representa mais de R$ 100 bilhões em gastos para financiar o déficit público e a dívida pública.

A meta apresentada é levar os juros para 5% a 6% ou 4% a 5% em um a dois anos. Com isso, Cury disse que seria possível financiar 10 milhões de microempresas e, talvez, 15 milhões.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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