A presença de Stan Wawrinka aumenta o peso do confronto entre Brasil e Suíça pela Copa Davis, mas o capitão Jaime Oncins mantém a confiança na equipe brasileira. O duelo será disputado em uma quadra dura indoor, escolha feita para aproveitar as características dos atletas convocados.
Oncins relaciona a decisão aos resultados recentes do Brasil como visitante. De acordo com o capitão, os últimos triunfos fora de casa ocorreram em condições semelhantes, com piso rápido e ambiente fechado. A mudança rompe com o padrão recente de partidas em casa no saibro.
“Sempre que chega perto do confronto, a expectativa vai aumentando”, afirmou Jaime Oncins. Ele também destacou que a equipe suíça fica mais forte com Wawrinka, mas disse estar otimista com o desempenho brasileiro.
Piso escolhido para os principais nomes
A quadra rápida pode beneficiar João Fonseca, que ocupa o 29º lugar no ranking mundial da ATP. O piso também é considerado favorável aos duplistas Orlando Luz e Rafael Matos, campeões recentemente dos Masters 1000 de Montreal e Cincinnati em condições parecidas.
O grupo brasileiro ainda conta com Gustavo Heide e Matheus Pucinelli nas partidas de simples. Heide tem 24 anos, enquanto Pucinelli tem 25. Rafael Matos, de 30 anos, e Orlando Luz, de 28, chegam ao confronto após bons resultados nas duplas. João Fonseca completa a equipe aos 20 anos.
Para Oncins, a formação combina jogadores jovens com atletas que já acumularam experiência na Copa Davis. O capitão citou as atuações de Heide e Pucinelli no confronto contra o Canadá, disputado fora de casa, além do momento positivo de Matos e Luz.
“A Davis, pra mim, sempre foi uma coisa muito importante”, declarou o treinador. Ele afirmou que a competição oferece ao tênis, normalmente individual, a oportunidade de reunir os atletas em torno de uma equipe.
Apesar da juventude do elenco, Oncins vê confiança no grupo brasileiro para enfrentar a Suíça. A presença de Wawrinka é um dos pontos observados pela comissão técnica na preparação para a disputa.



