Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Investimento para gerar R$ 2 mil mensais varia conforme a aplicação

Nas condições de setembro de 2026, poupança exige cerca de R$ 300 mil; CDB e Tesouro Selic ficam abaixo desse valor.

Investimento para gerar R$ 2 mil mensais varia conforme a aplicação
Foto: Captura de tela/Youtube

Gerar R$ 2 mil por mês somente com os rendimentos exige cerca de R$ 300 mil na poupança. Em CDB de 100% do CDI ou no Tesouro Selic, o patrimônio estimado fica entre R$ 235 mil e R$ 250 mil, conforme as condições consideradas na simulação.

Em setembro de 2026, a poupança rendeu aproximadamente 0,67% ao mês. Como a Selic permanece acima de 8,5% ao ano, a regra oficial prevê rendimento de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). Mantida a taxa de setembro como referência, seriam necessários aproximadamente R$ 299 mil para obter R$ 2 mil mensais. Pessoas físicas não pagam Imposto de Renda sobre o rendimento da poupança.

CDB e Tesouro Selic

A estimativa para um CDB que paga 100% do CDI é de cerca de R$ 237 mil. O cálculo foi baseado em uma simulação na qual R$ 95 milhões aplicados nessa modalidade gerariam aproximadamente R$ 803 mil mensais, já considerando o desconto do Imposto de Renda.

No Tesouro Selic 2031, a mesma simulação indicou rendimento mensal de aproximadamente R$ 813 mil para uma aplicação de R$ 95 milhões. Pela proporção usada, cerca de R$ 234 mil seriam suficientes para gerar R$ 2 mil por mês.

A Selic caiu de 14% para 13,75% ao ano, o que pode alterar as estimativas. O rendimento do Tesouro Selic acompanha os juros básicos, e cada CDB pode oferecer um percentual diferente do CDI. O Tesouro Direto também cobra 0,20% ao ano de custódia da B3, com isenção no Tesouro Selic para os primeiros R$ 10 mil investidos.

Impostos e inflação

CDB e Tesouro Direto têm cobrança de Imposto de Renda. A alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias e cai progressivamente até 15% após 720 dias.

As contas são referências baseadas nas taxas atuais. Retirar todo o rendimento mensalmente não garante a preservação do poder de compra, porque a inflação reduz o valor real do dinheiro. Quedas futuras da Selic também podem exigir um patrimônio maior para manter a mesma renda.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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