Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Padaria de Fukuoka prepara até 400 itens com trabalho de proprietária de 84 anos

Criado em 1970, negócio familiar mantém produção artesanal e a participação diária da proprietária durante a madrugada.

Padaria de Fukuoka prepara até 400 itens com trabalho de proprietária de 84 anos
Foto: Reprodução/Captura de tela/Youtube

Uma padaria familiar de Fukuoka, no Japão, prepara diariamente entre 300 e 400 itens, divididos em cerca de 25 tipos. A produção inclui sanduíches de atum, pães de melão e doces tradicionais japoneses.

A proprietária, de 84 anos, continua envolvida na fabricação dos produtos. O trabalho começa antes da meia-noite, quando ela se apresenta diante dos fornos enquanto a maior parte da cidade ainda dorme.

Negócio iniciado pela família

O estabelecimento foi aberto pela família em 1970 e chegou a 55 anos de atividade. Ao longo desse período, a proprietária acompanhou diferentes momentos da padaria e passou a trabalhar ao lado do filho, mesmo com a presença de grandes redes no mercado.

Antes de assumir a função no negócio, ela aprendeu o ofício observando o pai. As técnicas e receitas foram transmitidas entre as gerações e continuam presentes na produção da família.

Quando era mais jovem, a rotina de trabalho era ainda mais intensa. Por causa do cansaço, ela chegou a dormir em pé durante o expediente. Atualmente, segue participando das atividades e ajudando a manter o modo artesanal de preparar os produtos.

Relação com os clientes

A padaria também construiu uma história com os moradores da região. Alguns clientes frequentam o local desde a juventude e continuam voltando ao estabelecimento. Para essas pessoas, os produtos estão associados a lembranças de diferentes fases da vida.

A participação da família mantém o funcionamento da pequena padaria e preserva uma tradição construída ao longo das décadas. A rotina da proprietária continua começando durante a madrugada, com a produção dos itens vendidos no estabelecimento.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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