JOINVILLE — O presidenciável do Missão, Renan Santos, defendeu penas mais duras para crimes cometidos com arma e criticou o bolsonarismo em Santa Catarina durante uma agenda eleitoral no sábado (12). Ele participou de um congresso do partido, com aliados e apoiadores, em Joinville.
Renan propôs que assaltos à mão armada, além de roubo e latrocínio, tenham punição de 30 anos de prisão, sem direito à progressão de regime. O candidato também defendeu repasses federais para que as prefeituras ampliem a vigilância e mantenham as polícias conectadas aos equipamentos.
Na segurança, educação, saúde e saneamento básico, ele apresentou a Lei de Responsabilidade Gerencial. A proposta criaria indicadores de desempenho para governadores e prefeitos. Estados com melhores resultados teriam prioridade no recebimento de recursos do governo federal.
O presidenciável também criticou a indicação de Carlos Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Para Renan, o estado não deve ser tratado como reserva de votos e os catarinenses deixarão de apoiar esse campo político nas próximas eleições.
Ao falar sobre o pacto federativo, Renan afirmou que Santa Catarina recebe poucos recursos da União e enfrenta falta de estradas e ferrovias adequadas para escoar a produção. Segundo ele, o governo federal “sabota institucionalmente” o estado. O candidato disse que Santa Catarina será tratada de forma diferente caso seja eleito.



