Porto Alegre, Domingo, 11 de outubro de 2026
Brasil

Salário mínimo pode chegar a R$ 1.741 em 2027, com impacto no INSS e no BPC

Estimativa do Governo Federal prevê aumento de R$ 120 no piso, mas valor ainda depende da inflação até a definição oficial.

Salário mínimo pode chegar a R$ 1.741 em 2027, com impacto no INSS e no BPC
Foto: Reprodução/Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O salário mínimo de 2027 pode subir para R$ 1.741, conforme a estimativa mais recente apresentada pelo Governo Federal no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). Se o valor for confirmado, aposentados que recebem o piso do INSS e beneficiários do BPC terão o pagamento mensal reajustado.

Em 2026, o mínimo está em R$ 1.621. A projeção indica uma diferença de R$ 120 por mês, equivalente a cerca de 7,4%. O novo valor, porém, ainda não está definido.

Pagamentos do INSS

Aposentados e pensionistas que recebem exatamente um salário mínimo podem passar dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.741 mensais em 2027. O piso nacional serve como referência para aposentadorias e outros benefícios previdenciários.

Quem recebe acima de um salário mínimo não deve aplicar automaticamente o mesmo percentual de 7,4%. Nesse caso, o reajuste acompanha a variação do INPC, e o índice definitivo depende do fechamento da inflação usada no cálculo.

Reajuste do BPC

O Benefício de Prestação Continuada garante um salário mínimo por mês a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência que atendam aos critérios previstos em lei. Com a confirmação da projeção, o benefício também passaria de R$ 1.621 para R$ 1.741 mensais.

O BPC não é aposentadoria. O benefício não exige contribuição prévia ao INSS, não paga 13º salário e não deixa pensão por morte.

A estimativa considera uma projeção de 4,93% para o INPC acumulado até novembro, além de ganho real de 2,3%. Por isso, alterações na inflação dos próximos meses podem modificar o valor previsto antes da definição oficial do salário mínimo de 2027.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.