Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Brasil leva prata por equipes no feminino dos Jogos Sul-Americanos

Thais Fidelis e Carolyne Pedro orientaram as companheiras mais jovens durante a competição em Santa Fé.

Brasil leva prata por equipes no feminino dos Jogos Sul-Americanos

A equipe feminina de ginástica artística do Brasil conquistou a medalha de prata por equipes nos Jogos Sul-Americanos. Thais Fidelis e Carolyne Pedro, as atletas mais experientes do grupo, dividiram com as companheiras mais jovens a experiência acumulada na modalidade.

Três ginastas da equipe disputam os primeiros Jogos Sul-Americanos da carreira. A competição também marcou o primeiro contato delas com a rotina da Vila e com atletas de outras modalidades. Thais e Carolyne passaram a orientar o grupo durante as provas e nos momentos de maior pressão.

“Praticamente só tem eu e a Ca de mais velhas, então é uma geração mais nova, a gente está ali sempre apoiando, sempre torcendo”, explicou Thais.

Orientação durante as séries

A experiência foi especialmente importante quando uma apresentação não saiu como planejado. Thais teve uma queda na trave e afirmou que os erros fazem parte da ginástica. Para ela, o apoio entre as atletas deve continuar em qualquer situação, do início ao fim da disputa.

Carolyne destacou que as companheiras precisam manter a concentração mesmo depois de uma falha. A orientação é seguir até o último movimento, sem permitir que um erro determine o restante da apresentação.

Com dez anos de seleção brasileira, Carolyne disputou os quatro aparelhos em Santa Fé e conquistou uma vaga na final das paralelas. Ela avaliou que ainda há pontos a melhorar, mas considerou que teve o melhor desempenho possível dentro do trabalho realizado nos treinos.

Trajetória de Thais

A participação em Santa Fé marcou o retorno de Thais aos Jogos Sul-Americanos. Ela havia competido em 2018 e voltou em 2022, em Assunção, quando disputou apenas dois aparelhos. Em 2026, participou das provas de trave e barras assimétricas.

A ginasta relatou que estava prestes a deixar a modalidade quando competiu em Assunção. Agora, divide a experiência de sua trajetória com uma geração mais jovem na seleção brasileira.

As duas atletas também destacaram o apoio recebido nas arquibancadas. Thais afirmou que ficou feliz com a torcida, enquanto Carolyne disse que o incentivo deu força durante as apresentações nos aparelhos.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.