Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Brasileiras viram resultado no dueto e confirmam plano para Los Angeles

Eduarda Mattos e Marina Postal saíram da quarta colocação para o bronze em Santa Fé e mantêm Los Angeles-2028 como meta.

Brasileiras viram resultado no dueto e confirmam plano para Los Angeles

Eduarda Mattos e Marina Postal transformaram uma desvantagem em medalha de bronze nos Jogos Sul-Americanos Santa Fé-2026. Depois de terminarem a rotina técnica na quarta posição, as brasileiras reagiram na apresentação livre e fecharam a competição com 465,0505 pontos, à frente do Uruguai.

Na sexta-feira (18), a dupla recebeu 233,5825 pontos na rotina técnica e ficou 1,6058 ponto atrás das uruguaias Agustina Medina e Lucia Ververis, que ocupavam o terceiro lugar. No sábado (19), Eduarda e Marina marcaram 231,4680 pontos na etapa decisiva, a terceira maior nota, e passaram a ocupar provisoriamente uma posição no pódio.

As brasileiras ainda aguardaram a apresentação do Uruguai. Agustina Medina e Lucia Ververis somaram 207,1813 pontos, caíram para o quinto lugar e deixaram o bronze com o Brasil. O Chile levou o ouro, com Soledad García e Trinidad García, enquanto a Colômbia ficou com a prata, com Sara Castañeda e Melisa Ceballos.

Vaga olímpica no planejamento

A dupla tem 18 anos e trabalha com um projeto que previa o desenvolvimento da parceria para a vaga olímpica em 2032. As atletas, porém, querem antecipar esse objetivo e buscar um lugar nos Jogos de Los Angeles-2028. “Estamos treinando forte para tentar as Olimpíadas em 2028”, afirmou Marina Postal.

O próximo marco citado por Marina é o Mundial de Budapeste-2027, apontado por ela como o pré-olímpico. Eduarda também disse que a dupla pretende recolocar o Brasil no nado artístico olímpico. A última participação do país nos Jogos ocorreu na Rio-2016.

Parceria desde a base

Eduarda e Marina começaram a competir juntas em 2023, na categoria juvenil. Depois, seguiram para a categoria júnior e conquistaram uma medalha em uma competição sul-americana sênior no primeiro ano da parceria entre as juniores.

Em 2026, as brasileiras competem com uma nova coreografia. Antes dos Jogos Sul-Americanos, apresentaram a rotina no Mundial Júnior de Budapeste. O bronze em Rosário é o principal resultado do trabalho com a série neste primeiro ano.

A medalha em Santa Fé veio após uma espera pela nota das rivais e marcou a reação da dupla na competição. Para Marina, a apresentação livre teve importância especial depois da disputa pelo pódio.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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