Michael Carrick rejeitou a ideia de que o Manchester City tenha soberania em Manchester. Ao comentar a relação entre os dois clubes, o ex-jogador e atual nome ligado ao Manchester United afirmou que jamais usaria a expressão “reis de Manchester”.
A declaração foi feita em resposta à ideia de domínio do City. Carrick evitou tratar o rival como dono da cidade e contestou a forma de descrever a disputa entre as equipes.
Foco na busca europeia
Além de rebater a referência ao Manchester City, Carrick destacou a postura do Manchester United. Para ele, o clube mantém a humildade enquanto busca chegar ao topo da Europa.
A avaliação associa a ambição esportiva do United a uma conduta mais contida. Carrick ressaltou a combinação entre a procura pelo maior nível do futebol europeu e a manutenção da humildade.
A fala também reforça a rivalidade entre Manchester City e Manchester United, mas sem apresentar o City como soberano. O ponto central da manifestação foi a rejeição ao uso de “reis de Manchester” para definir o clube.
Carrick, portanto, colocou a disputa local em outro enquadramento: em vez de reconhecer uma suposta soberania do City, valorizou a postura do United e sua tentativa de alcançar o topo da Europa. A declaração não detalha outros aspectos da busca do clube, mas deixa clara a preferência do treinador por uma abordagem marcada pela humildade.



