Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Maria Alexandre aponta maturidade mental como marca da campanha em Santa Fé

Ginasta brasileira termina os Jogos Sul-Americanos com cinco medalhas e projeta mudanças nas séries para 2027.

Maria Alexandre aponta maturidade mental como marca da campanha em Santa Fé

Maria Alexandre encerrou a temporada de 2026 com cinco medalhas nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé e avaliou que a principal evolução do ano ocorreu no aspecto mental. A brasileira conquistou o individual geral e também ganhou ouro no arco e na fita, além de prata na bola e nas maças.

A ginasta disputou 12 apresentações em quatro dias de competição, com quatro provas em cada aparelho. Na última apresentação, teve imprecisões na série de maças, mas manteve uma avaliação positiva sobre o desempenho e o conjunto apresentado ao longo do torneio.

“Com toda certeza, saindo daqui com o dever cumprido. Estou muito realizada de poder ter competido todos esses dias e estar saindo muito feliz da quadra em todas as coreografias”, afirmou Maria.

Trajetória em 2026

O ano começou com a brasileira em busca de regularidade depois do retorno de uma lesão na canela. Na Copa do Mundo de Sofia, na Bulgária, ela ficou em 20º lugar no individual geral. Depois, terminou na sexta colocação no Grand Prix de Thiais, na França, e alcançou o 12º lugar na Copa do Mundo de Baku, no Azerbaijão.

Na Copa do Mundo da Romênia, Maria ficou entre as 11 melhores do individual geral e terminou em quarto na final de fita. Em seguida, disputou pela primeira vez um Campeonato Mundial e ficou entre as 12 melhores na bola e na fita.

Para a brasileira, a sequência de competições contribuiu para tornar mais naturais as entradas em quadra e facilitar a execução do trabalho realizado nos treinamentos. “Eu sinto que muito dessa evolução foi mental, maturidade”, explicou.

Planos para 2027

Maria afirmou que algumas séries podem ser modificadas na próxima temporada, com possíveis alterações de música e coreografia. A meta é começar o ano com mais concentração e presença, sem depender da evolução de uma competição para outra.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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