Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Paulo Angioni morre aos 80 anos após mais de quatro décadas no futebol

Dirigente passou por clubes como Vasco, Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Bahia e Fluminense, além da Seleção Brasileira.

Paulo Angioni morre aos 80 anos após mais de quatro décadas no futebol

Paulo Angioni morreu neste sábado (12), aos 80 anos, vítima de um câncer de pâncreas. O dirigente, considerado um dos pioneiros da função de diretor executivo no futebol brasileiro, teve uma carreira de mais de quatro décadas nos bastidores do esporte.

Tricolor desde a infância, Angioni encerrou a trajetória no Fluminense, clube pelo qual teve quatro passagens. Na última delas, iniciada em 2018, participou do período em que o time conquistou a Libertadores, a Recopa Sul-Americana e dois Campeonatos Cariocas.

O Fluminense publicou uma homenagem ao dirigente. “Sua contribuição à formação dos jovens será lembrada por muitos e suas lições permanecerão entre nós como exemplo de vida, compaixão e solidariedade”, afirmou o clube.

Trajetória no futebol

Nascido no Rio de Janeiro e descendente de famílias italianas, Paulo Sérgio Scudiere Angioni era formado em sociologia. Ele ingressou no futebol profissional em 1979, no Vasco da Gama, onde permaneceu por 14 anos.

Durante o período no clube, também atuou na Seleção Brasileira. Entre 1989 e 1990, integrou a comissão responsável pelo futebol da equipe nacional e esteve envolvido na preparação para as Eliminatórias da Copa do Mundo, a Copa América e o Mundial da Itália em 1990.

Em 1993, Angioni foi para o Flamengo, onde ficou até 1997. Depois, trabalhou no Corinthians e, em 1998, chegou à Parmalat, empresa que administrava o departamento de futebol do Palmeiras. No clube paulista, coordenou as atividades da parceria que marcou a história da equipe.

O dirigente retornou ao Fluminense em 2000. Anos depois, voltou a trabalhar no Corinthians durante a parceria com a MSI e, na sequência, passou novamente pelo Vasco.

Após deixar o clube carioca, participou da criação da Brasport e assumiu um projeto de reestruturação do Olaria. Em 2009, a equipe subiu para a primeira divisão do Campeonato Carioca.

Em 2010, indicado por Renato Gaúcho, Angioni chegou ao Bahia e participou da reconstrução administrativa do clube. Ao longo da carreira, também acumulou passagens por Olaria e pela Seleção Brasileira.

Em entrevista recente, resumiu sua relação com o futebol: “o jogador é a razão da minha vida no futebol”.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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