Porto Alegre, Domingo, 27 de setembro de 2026
Esportes

Oferta ao Flamengo pode superar patrocínios de empresas fora das bets

Fatal Model enviou proposta de R$ 100 milhões por um ano, enquanto o clube avalia o futuro do contrato com a Betano.

Oferta ao Flamengo pode superar patrocínios de empresas fora das bets
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

A proposta de R$ 100 milhões por um ano apresentada pela Fatal Model ao Flamengo é a maior já feita por uma empresa que não pertence ao setor de apostas para o patrocínio principal de um clube de futebol no Brasil.

A oferta foi encaminhada por e-mail nas últimas horas, conforme confirmou uma fonte do Flamengo. O espaço mais nobre do uniforme é ocupado atualmente pela Betano, cujo acordo pode ser afetado pela Medida Provisória do governo Lula, que proíbe a atuação das bets em território brasileiro.

Investidas anteriores

A Fatal Model tenta patrocinar o Flamengo há meses. Samuel Ongaratto, diretor de negócios da empresa, já se reuniu com dirigentes do clube na Gávea e também apresentou propostas por outros espaços do uniforme.

A companhia já esteve presente em mais de 30 times do país desde 2022. No Corinthians, porém, o contrato é mantido pela Fatal Fans, plataforma de conteúdo por assinatura voltada para fotos e vídeos.

A Fatal Fans paga cerca de R$ 27 milhões por pouco mais de um ano de exposição no calção do time masculino do Corinthians. O acordo também inclui propriedades nas equipes feminina, de futsal e de basquete.

Contratos atuais

Os maiores patrocínios do futebol brasileiro são atualmente de empresas de apostas. O Flamengo recebe R$ 268 milhões da Betano. No Corinthians, a Esportes da Sorte paga R$ 150 milhões; a Sportingbet repassa R$ 100 milhões ao Palmeiras; e a Superbet, R$ 78 milhões ao São Paulo.

A Medida Provisória determina que os sites de apostas esportivas deixem de operar e sejam retirados do ar até o fim da primeira semana de outubro. Nesta segunda-feira, as empresas devem recorrer à Justiça para tentar voltar a funcionar.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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