Porto Alegre, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Esportes

Santos é cobrado na Fifa por dívidas com León e Spartak Moscou

Clubes pedem o pagamento de parcelas atrasadas pelas transferências de Adonis Frías e Alexis Duarte.

Santos é cobrado na Fifa por dívidas com León e Spartak Moscou
Foto: Santos corre risco de novas restrições no mercado Raul Baretta/Santos FC

O Santos foi acionado na Fifa pelo León e pelo Spartak Moscou por parcelas atrasadas nas transferências dos zagueiros Adonis Frías e Alexis Duarte. Os dois processos podem resultar em novas restrições ao clube no mercado de transferências.

Caso Adonis Frías

Frías deixou o Santos em agosto e foi transferido ao Atlas por 3,7 milhões de dólares. Antes disso, a contratação pelo clube brasileiro havia custado 4 milhões de dólares, divididos em três parcelas.

O León afirma que a segunda parcela, de 1 milhão de dólares, venceu em janeiro e não foi paga. O Santos reconheceu a dívida no processo e solicitou a revisão dos encargos. A Fifa fixou os juros em 12% ao ano, após reduzi-los de 15%, e determinou que o clube pague 25 mil dólares pelas despesas do procedimento.

Os mexicanos também haviam pedido uma penalidade de 150 mil dólares pelo atraso.

Cobrança do Spartak Moscou

Alexis Duarte permanece no elenco do Santos, mas não atua mais na temporada após sofrer uma grave lesão no joelho direito. O acordo com o Spartak Moscou chegou a 4 milhões de dólares. Na negociação, porém, o valor considerado foi de 3,8 milhões, depois do desconto relacionado ao mecanismo de solidariedade da Fifa.

O pagamento foi dividido em três parcelas. A primeira, de 950 mil dólares, está em aberto desde setembro do ano passado. O Santos pediu mais prazo e disse que aguardava recursos de outra transferência, mas não cumpriu o novo vencimento.

O Spartak Moscou também cobra a segunda parcela, vencida em fevereiro. O clube russo levou o caso à Fifa em junho e pede o pagamento do saldo, além de multa contratual de 3% e juros de 15% ao ano.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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