Porto Alegre, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Futebol

Camisa do Flamengo com Betano pode ser usada após nova medida provisória

A medida que restringe casas de apostas não cria crime para torcedores que vestem uniformes com marcas do setor.

Camisa do Flamengo com Betano pode ser usada após nova medida provisória

A medida provisória assinada pelo presidente Lula não transforma em crime o uso de camisas de clubes com logotipos de casas de apostas. Com isso, torcedores do Flamengo podem continuar usando o uniforme que exibe a marca da Betano.

A restrição anunciada pelo Governo Federal à atuação dessas empresas no Brasil começa em 5 de outubro. A decisão deve afetar o cenário esportivo, já que os principais clubes da Série A do Brasileirão têm contratos de patrocínio com empresas do setor.

O que muda para o torcedor

A circulação de uma informação diferente aumentou depois da assinatura da MP, na última sexta-feira (25). Publicações nas redes sociais afirmavam que vestir uma camisa de futebol patrocinada por uma bet poderia ser considerado crime.

A análise do texto presidencial, porém, concluiu que não existe norma federal estabelecendo punição criminal para o simples ato de usar uma peça de clube com esse tipo de marca. A regra vale tanto para quem usa o uniforme nas ruas quanto para quem acompanha uma partida de futebol.

A camisa também continua sendo um produto oficial do clube e pode ser utilizada pelo consumidor. Por isso, a tendência indicada é que uniformes com esses logotipos ainda apareçam em ruas e estádios enquanto não há uma definição completa entre o poder público e as casas de apostas.

Patrocínio do Flamengo

O acordo entre Flamengo e Betano foi assinado em agosto de 2025 e tem validade até dezembro de 2028. O contrato de patrocínio máster prevê o pagamento de cerca de R$ 268,5 milhões por temporada para a marca ocupar o espaço principal do Manto Sagrado.

Entre os clubes mencionados no levantamento sobre patrocínios de casas de apostas também está o São Paulo.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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