Porto Alegre, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Saúde e treino

Escabiose chega a três escolas infantis de Andradas e soma 16 casos

Prefeitura informou que mantém acompanhamento nas unidades e prepara treinamento para profissionais de escolas e creches.

Escabiose chega a três escolas infantis de Andradas e soma 16 casos

ANDRADAS (MG) — O número de casos de escabiose, conhecida como sarna humana, subiu de 11 para 16 em Andradas e alcançou três escolas de ensino infantil. A informação foi divulgada pela prefeitura do município.

Até terça (29), os registros estavam concentrados no Cemei Nara Favila Pioli. O primeiro caso foi identificado em 23 de setembro. A unidade passou por limpeza e higienização, ficou fechada e retomou o funcionamento na última terça.

A Prefeitura de Andradas mantém um profissional de saúde nas escolas para inspecionar os alunos e acompanhar a evolução dos casos. A equipe do Cerest vai treinar profissionais de todas as escolas e creches das redes municipal, estadual e particular.

Quando surgirem novas suspeitas, equipes da vigilância em saúde farão visitas às instituições. Pais e responsáveis recebem orientação para levar crianças com sinais da doença a unidades de saúde, onde devem passar por avaliação médica.

Em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, também houve registro de escabiose. As aulas de uma escola de ensino infantil foram suspensas após 20 casos serem confirmados desde 18 de setembro entre estudantes da Escola Municipal Professora Mércia Margarida Lacerda Machado, no bairro Moradas da Lapinha. Uma professora da instituição também está em tratamento.

A escabiose é uma infecção contagiosa da pele, transmitida pelo contato entre pessoas. A coceira, que costuma piorar durante a noite, é um dos principais sintomas. A transmissão pode ocorrer pelo contato direto e prolongado com a pele de uma pessoa infectada ou pelo uso de roupas, toalhas e lençóis contaminados.

Para reduzir a disseminação, a orientação é lavar roupas de uso diário, de cama e de banho com água quente, a no mínimo 55°C. Objetos pessoais também devem ser higienizados com água quente. Peças que não puderem ser lavadas precisam ser mantidas em saco plástico lacrado por pelo menos uma semana. Pessoas que convivem com o paciente devem ser identificadas e tratadas rapidamente.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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