Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Caiado diz que tem autonomia política e critica Flávio Bolsonaro

Candidato do PSD afirmou que construiu a própria trajetória e defendeu mudanças no Supremo Tribunal Federal caso seja eleito.

Caiado sobre Flávio Bolsonaro: 'Personagem criado para disputar uma eleição'
Foto: Reprodução/UOL

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta sexta-feira (4) que tem autonomia política e não é um personagem criado para disputar uma eleição, em referência a Flávio Bolsonaro. O candidato à Presidência também comentou o avanço de Augusto Cury (Avante) nas pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana.

“Eu construí a minha vida política. Eu não preciso ter que estar vinculado a A ou B”, disse Caiado. O candidato afirmou ainda que tem orgulho do próprio nome e sobrenome e que sua trajetória não se resume à identificação pessoal.

Sobre Augusto Cury, Caiado declarou que o adversário tem o direito de apresentar sua candidatura. Cury o ultrapassou nas pesquisas citadas e passou a ocupar o terceiro lugar. Caiado disse que a sociedade decidirá, até o dia 4 de outubro, quem deverá enfrentar Lula no segundo turno.

Propostas para o Supremo

Caiado defendeu a abertura ao público de investigações relacionadas a políticos. Ele afirmou que solicita, há mais de três semanas, que o Supremo Tribunal Federal retire todos os sigilos para que a sociedade conheça as informações levantadas.

O candidato também disse que pretende reformar o Supremo Tribunal Federal se for eleito. Entre as medidas mencionadas estão a escolha de ministros com mais de 60 anos, a análise do currículo dos candidatos por autoridades ligadas à Justiça e a criação de um período de quarentena para que futuros ministros assumam cargos políticos antes e depois de ocupar uma vaga na Corte.

Câmeras corporais

Questionado sobre o uso de câmeras corporais por policiais, Caiado se declarou contrário à medida, mas não detalhou os motivos. Ele negou que sua posição represente tolerância a abusos cometidos por agentes de segurança.

O candidato defendeu que cada governador tenha autonomia para decidir sobre a adoção dos equipamentos. “A polícia tem que garantir segurança pública ao cidadão”, afirmou, acrescentando que não pretende interferir na decisão dos governos estaduais.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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