Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Caiado propõe teto de gastos ligado ao crescimento do PIB

Presidenciável também defendeu cortes em emendas e repasses em situações emergenciais, além de mudanças na política externa e nos benefícios fiscais.

Caiado volta a defender PEC de Emergência Fiscal e cita medidas 'austeras' para crises

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito presidente, encaminhará ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Emergência Fiscal. A medida, segundo o candidato, estabelecerá um limite para os gastos do governo com base em metade do crescimento do PIB.

Durante uma sabatina nesta sexta-feira, 4, Caiado defendeu ações austeras para momentos de emergência. Entre as propostas apresentadas estão o corte de 100% das emendas impositivas e a redução de 25% nos repasses a todos os Poderes e órgãos independentes.

O candidato também sugeriu um sistema baseado em inteligência artificial para identificar possíveis desvios no dinheiro destinado a benefícios. Ele propôs ainda uma ampla varredura nas áreas que recebem benefícios fiscais, com o objetivo de localizar usos indevidos.

"Ao fazer isso, o que vai acontecer? Cai pela metade a taxa de juros", afirmou Caiado.

Política externa

Questionado sobre relações internacionais, o presidenciável disse que pretende "resgatar o Itamaraty brasileiro". Para ele, o órgão se tornou um "apêndice ideológico do governo".

Caiado também declarou que o País possui matéria-prima, mas continua na fase de colônia por comprar tecnologia a preços altos. Na avaliação dele, a falta de presidentes da República impediu o avanço da relevância brasileira na economia tecnológica.

Ao abordar o cenário político, criticou a família Bolsonaro sem mencionar nomes individualmente. "Como é que você vai querer um presidente que fica alimentando esse 8 de janeiro?", disse.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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