Porto Alegre, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Caiado e Zema defendem reforma administrativa com menos gastos e ministérios

Em debate, os dois candidatos defenderam cortes no serviço público; Zema criticou a estrutura federal com 38 ministérios.

Caiado critica penduricalhos em reforma; Zema ataca número de ministérios

Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) defenderam nesta quarta-feira, 23, uma reforma administrativa com redução de gastos e uma estrutura menor no governo federal. Caiado destacou o combate a vantagens consideradas excessivas no serviço público, enquanto Zema criticou a quantidade de ministérios existentes atualmente.

Caiado afirmou que a reforma deve reunir responsabilidade dos servidores, critérios de mérito e possibilidade de aumento salarial para quem apresentar bom desempenho. Para o candidato, decisões que criam benefícios adicionais acabam afetando diferentes níveis da administração pública.

“Você não pode admitir os penduricalhos que vêm junto com decisões outras, que passam a contaminar desde o governo federal até o governo municipal”, disse Caiado.

O candidato também defendeu cortes nos gastos que considera excessivos e afirmou que servidores com bom desempenho devem ter condições de melhorar a remuneração. “É isso que a sociedade espera”, declarou.

Zema disse que a reforma administrativa deveria estar entre as primeiras medidas de um governo. O candidato afirmou que o país tem 38 ministérios e defendeu a redução dessa estrutura. Também declarou que quem trabalha no serviço público deve ter vocação para atender à população, e não usar a estrutura em benefício próprio.

Caiado e Zema foram os únicos entre os seis convidados a participar do debate. Augusto Cury (Avante) cancelou a presença para viajar a Belo Horizonte e acompanhar o velório do empresário Bruno Avelar.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Renan Santos (Missão) também não participaram do encontro.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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