Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Cinco destinos brasileiros para correr entre trilhas e paisagens naturais

Corridas de montanha levam atletas a serras, cachoeiras, praias, falésias e áreas de preservação em diferentes regiões do Brasil.

Cinco destinos brasileiros para correr entre trilhas e paisagens naturais

A corrida de montanha, também chamada de trail running, tem atraído praticantes interessados em trocar avenidas e ruas por trilhas, florestas, serras e outras paisagens naturais. No Brasil, provas são realizadas em diferentes regiões e combinam esforço físico, contato com a natureza e descoberta de destinos turísticos.

Campos do Jordão

Em São Paulo, Campos do Jordão recebe provas com percursos em áreas naturais e diferentes níveis de dificuldade. A WTR Campos do Jordão reúne corrida, mountain bike e outras modalidades outdoor, com distâncias variadas. A cidade também oferece trilhas, parques e atrações gastronômicas, permitindo que a viagem continue além da prova.

Chapada dos Veadeiros

Em Goiás, a Chapada dos Veadeiros reúne cachoeiras, trilhas e formações rochosas. A região recebe eventos de corrida em ambientes naturais, nos quais o corredor precisa se adaptar às mudanças de elevação e ao terreno irregular. O desafio esportivo se mistura à visita a uma das regiões naturais do país.

Serra dos Órgãos

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no estado do Rio de Janeiro, é um ambiente para atividades de montanha e recebe provas de trail em trilhas com diferentes níveis de altimetria. A Insanity Mountain Serra dos Órgãos integra o calendário de corridas de trilha no país.

Fernando de Noronha

Em Pernambuco, Fernando de Noronha recebe eventos de corrida em trilha. Os percursos unem esporte e paisagens naturais, com o mar e a biodiversidade como parte do cenário. Para quem viaja ao arquipélago, a prova também é uma maneira de conhecer o local.

Pipa

A região de Pipa, no litoral do Rio Grande do Norte, combina praias, falésias e paisagens naturais. A WTR incluiu uma etapa em Pipa no calendário de 2026, unindo corrida de montanha, turismo e contato com o ambiente.

Na trilha, o relógio deixa de ser o principal parâmetro. Ganho de altimetria, variação do terreno, condições climáticas e leitura técnica do solo passam a influenciar o ritmo. Em uma subida íngreme, caminhar pode fazer parte da estratégia, assim como acelerar na descida. A adaptação ao terreno e ao próprio corpo se torna parte central da experiência.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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