Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Força e exercícios contra a gravidade protegem mais os ossos

A combinação de caminhada e treinamento resistido pode oferecer estímulos importantes para preservar a massa óssea, sem exigir o abandono da natação.

Força e exercícios contra a gravidade protegem mais os ossos
Foto: Ilustração/IA

A proteção dos ossos não depende de uma única modalidade. A combinação entre atividades em que o corpo sustenta o próprio peso e exercícios de resistência aparece como uma estratégia importante para preservar a massa óssea, especialmente com o avanço da idade.

A caminhada está entre as opções mais acessíveis porque exige que o esqueleto receba a carga do corpo a cada passo. O contato repetido dos pés com o chão produz estímulos mecânicos que sinalizam ao organismo a necessidade de manter os ossos preparados para suportar esforços.

O papel da musculação

O treinamento de força acrescenta outro tipo de estímulo. Agachamentos, pesos, máquinas e elásticos fazem os músculos exercerem força sobre os ossos, contribuindo para a manutenção da massa óssea. Diretrizes para pessoas com osteoporose também recomendam treinamento resistido progressivo pelo menos duas vezes por semana, sempre de acordo com as condições individuais.

Além da ação sobre o esqueleto, exercícios de força e práticas realizadas em pé podem favorecer a musculatura e o equilíbrio. Esses fatores são importantes para reduzir o risco de quedas.

Natação pode continuar na rotina

A natação trabalha diferentes músculos, melhora o condicionamento cardiovascular e contribui para a mobilidade com pouco impacto nas articulações. No entanto, a flutuação sustenta parte do peso corporal, o que faz com que a modalidade, sozinha, ofereça menos estímulo aos ossos do que exercícios realizados contra a gravidade.

Por isso, quem já nada não precisa deixar a piscina. Uma possibilidade é manter a atividade aquática e acrescentar caminhada, musculação ou outras práticas com sustentação do peso corporal.

A perda de massa óssea ocorre naturalmente ao longo dos anos e pode se acelerar em determinadas fases da vida, sobretudo em mulheres após a menopausa. Quando é acentuada, eleva o risco de osteopenia, osteoporose e fraturas.

Pessoas com diagnóstico de osteoporose, histórico de fraturas ou limitações de mobilidade devem buscar orientação profissional antes de iniciar atividades de impacto ou aumentar as cargas. A intensidade precisa ser compatível com cada pessoa.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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