Falhas no gramado podem continuar mesmo com regas e adubação frequentes. Para recuperar as áreas descobertas, é necessário identificar o que está prejudicando o desenvolvimento das raízes antes de replantar a grama.
Entre as causas possíveis estão solo compactado, excesso de sombra, drenagem ruim, doenças, pragas e circulação constante de pessoas ou animais. Se o problema original não for corrigido, a falha pode reaparecer depois do reparo.
Como preparar o terreno
O trabalho começa com a retirada de folhas, pedras, ervas daninhas e restos de grama seca. Em seguida, a camada superficial do solo deve ser solta, com correção dos pontos em que a água fica acumulada.
Uma pequena quantidade de composto orgânico pode melhorar a estrutura do terreno. A Universidade de Minnesota recomenda verificar se há compactação e garantir o contato direto entre as sementes e o solo.
A escolha da espécie deve considerar o clima, a incidência de sol e a grama que já existe no local. Conforme a variedade, o reparo pode ser feito com sementes, placas ou pequenos pedaços retirados de uma área saudável.
Rega e manutenção
No começo do crescimento, a superfície precisa ficar levemente úmida, sem encharcar. Regas leves e frequentes ajudam na formação das raízes. Depois, a irrigação deve passar a ser mais profunda e espaçada.
Regar pela manhã reduz a perda de água por evaporação e permite que as folhas sequem ao longo do dia. O excesso de umidade, por outro lado, favorece doenças.
A Universidade da Geórgia recomenda que a adubação seja feita conforme a análise do solo. No corte, a orientação é não retirar mais de um terço da altura da grama de uma só vez.



