Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos propõe debate sobre nova Constituição em meio à crise no STF

Candidato do Missão também defendeu que decisões de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli não sejam reconhecidas pelo próximo presidente.

Renan Santos defende discutir nova Constituição como resposta à crise no STF
Foto: Reprodução

Renan Santos defendeu o início do debate sobre uma nova Constituição como resposta à crise no Supremo Tribunal Federal (STF). O candidato do Missão afirmou que a discussão não precisa levar imediatamente à elaboração de um novo texto, mas deve começar agora.

"O Brasil precisa começar a discutir, não necessariamente executar, mas precisamos discutir já, uma nova Constituição", disse Renan durante entrevista à CNN Brasil. Para ele, o pacto constitucional de 1988 e a institucionalidade brasileira chegaram ao fim.

A declaração ocorreu em meio a um conflito envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Nesta quinta-feira (3), Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a abertura de uma investigação contra Mendonça.

Na quarta (2), Mendonça havia retirado o sigilo de parte da investigação sobre o Banco Master. O material inclui conversas de Daniel Vorcaro com um número atribuído a Moraes. Fachin estabeleceu prazo de cinco dias para que Moraes, Mendonça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF) prestem esclarecimentos sobre as apurações relacionadas ao banco e à crise no tribunal.

Renan criticou o uso do inquérito das Fake News por Moraes para pedir a investigação contra Mendonça. A apuração está em andamento há mais de sete anos e é questionada pela ausência de prazo final definido.

O candidato também afirmou que o próximo presidente deveria rejeitar decisões de Moraes e Dias Toffoli, ambos do STF. "Têm que ser nulas e não reconhecidas quaisquer decisões que venham desses dois ministros", declarou, relacionando os atos ao Caso Master e a Daniel Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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