Porto Alegre, Sábado, 26 de setembro de 2026
Brasil

Telhas metálicas pretas ganham espaço em projetos residenciais

Coberturas escuras aparecem em casas brasileiras, mas exigem avaliação de isolamento, ventilação e conforto térmico.

Telhas metálicas pretas ganham espaço em projetos residenciais
Foto: Reprodução

Telhas metálicas com acabamento preto ou grafite aparecem em projetos residenciais brasileiros como alternativa às coberturas tradicionais de telha vermelha. O material permite diferentes desenhos e pode ser usado em estruturas que exigem menor peso.

A cor, porém, não é suficiente para definir se o telhado será confortável. Superfícies escuras absorvem mais radiação solar do que as claras, conforme estudo sobre reformas residenciais apresentado no Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído (ENCAC).

Por isso, a escolha deve considerar o clima da região e as condições do projeto. Telhas metálicas com camada isolante podem contribuir para o desempenho térmico e acústico da cobertura, mas o resultado também depende de fatores como ventilação, isolamento e dos materiais empregados na residência.

Uso antes de 2026

O acabamento escuro não começou a ser utilizado em 2026. Em uma seleção publicada pelo ArchDaily, Susanna Moreira reuniu exemplos de casas brasileiras que usam telhas metálicas.

Na Residência RD, os arquitetos Gustavo Martinhão e Marcella Belluzzo adotaram uma cobertura metálica preta. O projeto foi construído na Granja Viana, em São Paulo, em 2017.

Esses exemplos mostram a presença desse tipo de cobertura na arquitetura residencial, mas não indicam qual é a participação das telhas metálicas nas construções brasileiras.

A telha vermelha continua entre as opções disponíveis para as casas. Antes de fazer uma substituição, o proprietário deve discutir com o profissional responsável as características da estrutura, o isolamento, a ventilação e o comportamento térmico esperado. A decisão precisa considerar tanto a residência quanto o local onde ela está.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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