A campanha brasileira nos Jogos Paralímpicos Rio-2016 marcou o início de trajetórias vitoriosas de atletas que se tornariam referências internacionais em suas modalidades. Entre os principais resultados esteve o título da equipe de bocha na classe BC3 e os primeiros pódios paralímpicos de Lauro Chaman, Alana Maldonado e Bruna Alexandre.
Na disputa por equipes da BC3, Evelyn Oliveira, Antonio Leme e Evani Soares derrotaram a Coreia do Sul por 5 a 2 na decisão. A seleção sul-coreana liderava o ranking mundial e havia vencido o Brasil na fase qualificatória da competição. Pelo desempenho, o Comitê Paralímpico Internacional elegeu o trio brasileiro como a melhor equipe de toda a edição dos Jogos.
Primeiros pódios
No ciclismo, Lauro Chaman conquistou a prata na prova de resistência C4-C5 e o bronze no contrarrelógio da classe C5. Foram as primeiras medalhas paralímpicas do Brasil na modalidade. Naquele mesmo ano, o paulista também venceu uma etapa belga da Copa do Mundo.
Alana Maldonado, então com 21 anos, ganhou a prata na categoria até 70kg do judô. Ela foi derrotada na final pela mexicana Lenia Fabiola Alvarez. No tênis de mesa, Bruna Alexandre obteve dois bronzes: um na classe 10 individual e outro na competição por equipes das classes 6-10, ao lado de Danielle Rauen e Jennyfer Parinos.
A relação de medalhas brasileiras em provas individuais e por equipes também inclui Lucia Teixeira, Antônio Tenório e Willians Araújo, no judô; Israel Stroh, no tênis de mesa; Evânio Rodrigues, no halterofilismo; e Sérgio Oliva, no hipismo.
No tênis de mesa por equipes, além do grupo feminino das classes 6-10, formado por Bruna Alexandre, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos, o Brasil teve a equipe masculina das classes 1-2, com Aloísio Lima, Guilherme da Costa e Iranildo Espíndola. A bocha ainda apareceu na classe BC4, com Dirceu Pinto, Marcelo Santos e Eliseu Santos. Lauro Chaman também integrou a lista no contrarrelógio C5.



