Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Claudio Carsughi deixou legado no jornalismo esportivo e na defesa do Brasil

Em entrevista realizada em 19 de junho de 2024, o jornalista falou sobre Fórmula 1, futebol, ética e sua trajetória no Brasil.

Claudio Carsughi deixou legado no jornalismo esportivo e na defesa do Brasil

Claudio Carsughi deixou uma trajetória marcada pelo jornalismo esportivo, pela cobertura da Fórmula 1 e do futebol e por quase 60 anos de atuação na Jovem Pan. Em 19 de junho de 2024, aos 91 anos, ele participou de uma entrevista na RECORD acompanhado da filha, Claudia.

Carsughi chegou ao estúdio em uma cadeira de rodas para percorrer os corredores do local. Mesmo podendo andar com o auxílio de uma bengala, poupou-se para a conversa. Antes de os microfones serem ligados, colocou uma pastilha na boca para fortalecer a voz. O encontro, planejado para durar 45 minutos, se estendeu por uma hora.

Durante a entrevista, falou sobre ética, jornalismo, futebol e automobilismo. Também lembrou sua relação com o Brasil, país escolhido por sua família depois da Segunda Guerra Mundial. “este país um dia vai descobrir a força que tem”, afirmou ao final da conversa.

Futebol e automobilismo

Nascido em Arezzo, na Itália, no dia 13 de outubro de 1932, Carsughi acompanhou a Copa de 1950 e as últimas 19 Copas do Mundo. Aos 14 anos, começou a colaborar com o Corriere dello Sport. Mais tarde, estudou Engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Apaixonado por corridas desde a infância, acompanhou as carreiras de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Rubens Barrichello e Felipe Massa, além de pilotos estrangeiros. Também foi o primeiro jornalista do Brasil a anunciar a morte de Senna durante uma transmissão da Jovem Pan.

Carsughi trabalhou ainda na Quatro Rodas, no Jornal da Tarde, na Gazeta Esportiva e no Sportv. Foi correspondente de jornais italianos e também atuou na rádio Bandeirantes. A entrevista foi ao ar em 2 julho de 2024.

Ao recordar sua mudança para o Brasil, citou uma frase da avó: “Melhor seria fugir da Terceira”. Para a filha Claudia, escreveu o livro Meus 50 anos de Brasil, apresentado no texto como uma leitura para quem ama jornalismo e o país.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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