Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Santos cita R$ 170 milhões a receber ao responder cobrança do Cuiabá

Clube afirma que a dívida ligada à negociação de Joaquim é tratada em fóruns institucionais e menciona créditos contra outras equipes.

Santos cita R$ 170 milhões a receber ao responder cobrança do Cuiabá
Foto: Joaquim em ação pelo Santos Raul Baretta/Santos FC

O Santos informou nesta quarta-feira (23) que tem aproximadamente R$ 170 milhões a receber de outros clubes brasileiros. A estimativa, referente ao início de 2026, foi apresentada pelo clube ao comentar a cobrança feita pelo Cuiabá, relacionada à negociação do zagueiro Joaquim.

A dívida de R$ 18,6 milhões foi determinada pela Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), órgão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Na manifestação, o Santos declarou que o caso envolvendo o Cuiabá está sendo discutido nos fóruns institucionais competentes, onde as partes podem apresentar suas alegações e manifestações.

O clube também afirmou que a exposição pública do processo não modifica os trâmites legais e não ajuda na resolução da questão. A equipe defendeu ainda a preservação das relações institucionais entre as agremiações como parte da busca por soluções para o futebol brasileiro.

Na nota, o Santos reafirmou o compromisso com o pagamento de suas obrigações e com a resolução das dívidas dentro dos prazos e procedimentos previstos em seu planejamento. O clube associou essa posição aos princípios de responsabilidade e equilíbrio do Fair Play Financeiro da CBF.

A equipe informou que os valores a receber foram acumulados em diferentes operações. Para o Santos, a existência de débitos e créditos entre clubes mostra que o endividamento entre agremiações é um desafio estrutural do futebol brasileiro, e não uma situação exclusiva de uma entidade.

“O Santos FC entende que a preservação das relações institucionais entre as agremiações é fundamental”, afirmou o clube na nota.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.