Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Futebol

Boto sugere fim da trava de 12 jogos e questiona limite de estrangeiros

Dirigente do Flamengo afirma que restrição não evitará a saída de jovens brasileiros para a Europa e propõe mudanças nas transferências internas.

Boto sugere fim da trava de 12 jogos e questiona limite de estrangeiros

O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, sugeriu que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerre a regra que impede um jogador de trocar de clube após 12 jogos. Para o dirigente, a mudança aproximaria o futebol brasileiro de práticas adotadas em outras ligas e manteria mais recursos no próprio mercado nacional.

Boto também questionou a decisão da CBF de reduzir gradualmente o número de estrangeiros que cada equipe pode inscrever no Brasileirão. O Flamengo foi voto vencido na reunião entre os clubes, e o dirigente afirmou que a medida não impedirá a saída precoce dos principais jogadores brasileiros para a Europa.

Segundo Boto, sem a possibilidade de contratar tantos estrangeiros, os clubes poderão recorrer a atletas de menor valor esportivo. Na avaliação dele, isso reduziria a qualidade da competição, sem aumentar o nível dos brasileiros que permanecerem no país.

A CBF anunciou a mudança na última segunda-feira (21). Atualmente, os times podem inscrever nove estrangeiros por partida. O limite será de oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030.

O Flamengo tem dez estrangeiros no elenco atual. Além do clube carioca, o Bahia votou contra a redução. Boto disse que o Flamengo respeita a decisão, mas demonstrou dúvidas sobre os resultados esperados, incluindo o possível fortalecimento da Seleção Brasileira.

Na avaliação do dirigente, os grandes clubes brasileiros continuarão interessados nos melhores jogadores de outras equipes, mesmo com a regra atual. Por isso, ele defende que não exista um teto baseado no número de partidas disputadas para permitir transferências entre clubes do país.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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