Porto Alegre, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Futebol

Contrato com a Betano pode render até R$ 895 milhões ao Flamengo até 2028

Marcos Braz defende regras de transição para evitar impacto sobre clubes, categorias de base, futebol feminino e trabalhadores do setor.

Contrato com a Betano pode render até R$ 895 milhões ao Flamengo até 2028

O Flamengo pode receber até R$ 895 milhões da Betano até 2028, em um contrato que permanece vigente até dezembro de 2028. A parceria é alvo de incerteza após o Governo Federal proibir o exercício e as propagandas das casas de apostas no país.

Marcos Braz, deputado federal em exercício e relator do projeto de lei que regula as apostas esportivas no Brasil, afirmou que a retirada repentina dessa receita também afeta o Flamengo. Ele cobrou regras de transição e classificou a medida provisória sobre o setor como “covarde, ineficaz e eleitoreira”.

O ex-dirigente disse que a mudança não alcança somente o futebol profissional. Segundo Braz, categorias de base, futebol feminino, esportes olímpicos e milhares de trabalhadores que prestam serviços aos clubes também podem ser afetados. Na avaliação dele, a alteração das regras empurra milhões de brasileiros para o mercado clandestino.

Histórico dos contratos

Braz era vice-presidente do Flamengo quando o clube fechou, com a Pixbet, sua primeira parceria master com uma casa de apostas. O acordo começou em 2024, com valor de R$ 105 milhões, e depois foi reajustado para R$ 115 milhões.

Em 2025, a Betano assumiu o espaço de patrocinadora master. O contrato pode alcançar R$ 895 milhões até 2028 e está entre os maiores acordos desse tipo no futebol brasileiro.

O Governo Federal afirma que as casas de apostas “destroem famílias brasileiras”. O Flamengo aguarda a definição sobre a conversão, ou não, da medida provisória em lei.

O próximo compromisso do clube será contra o Santos, no dia 08 de outubro, às 19h30 (horário de Brasília), na Vila Belmiro. Depois, o time enfrenta o Fluminense em 11 de outubro, às 17h30, no Maracanã.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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