Porto Alegre, Sábado, 26 de setembro de 2026
Brasil

Caiado promete tratar facções como terroristas e limitar gastos públicos

Candidato do PSD também defendeu juros de 7%, cortes em despesas e um órgão contra a corrupção.

Caiado: “Brasil tem estrutura para combater e libertar população do narcotráfico”

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito presidente, vai encaminhar uma proposta para classificar facções criminosas como terroristas. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa na Avenida Paulista, neste domingo.

Ao comentar a decisão do governo americano de enquadrar facções brasileiras na categoria de terrorismo, Caiado disse que o Brasil não dependeria de decisões estrangeiras. “Ela é uma decisão nossa”, declarou. O candidato também afirmou que o país tem estrutura para combater e “libertar” a população do narcotráfico e criticou o governo do PT.

Durante o ato de campanha, Caiado conversou com apoiadores reunidos no Conjunto Nacional e comprou um tênis na Galeria Magalu. No local, gravou um vídeo dirigido à empresária Luiza Trajano.

Propostas econômicas

O candidato voltou a defender uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar os gastos do governo a até 50% do crescimento do PIB. Também afirmou que, em um eventual governo, a taxa Selic chegaria a 7%.

Caiado atribuiu os juros aos gastos públicos e defendeu medidas de austeridade. Entre as propostas citadas estão o corte de 100% das emendas impositivas, a revisão de incentivos fiscais, auditorias com plataformas de inteligência artificial sobre programas de governo e a redução em 25% dos repasses a Poderes e órgãos independentes.

Para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o presidenciável propôs um processo austero voltado ao combate à corrupção. Segundo ele, seria criado um órgão para reunir instituições como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a área de inteligência da Polícia Federal.

Questionado sobre a Previdência, Caiado afirmou que o equilíbrio fiscal não precisa entrar em conflito com projetos sociais. “O primeiro a ser penalizado não pode ser o trabalhador e nem o aposentado”, disse.

O evento teve a participação de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e candidato a vice-presidente na chapa, além de Mara Gabrilli, Aline Torres e Silvia Abravanel.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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