Porto Alegre, Sábado, 26 de setembro de 2026
Brasil

Candidatos criticam STF e Bolsa Família em debate presidencial

Romeu Zema e Augusto Cury defenderam mudanças no Judiciário; ausentes incluíram Lula, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado.

Em debate, Cury e Zema lançam críticas ao STF | Brasil | Pleno.News
Foto: YouTube Inteligência Ltda

Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) criticaram o Supremo Tribunal Federal (STF) durante debate presidencial promovido pelo G4, em parceria com o portal Metrópoles e o podcast Inteligência Ltda. Os candidatos também comentaram o reajuste do Bolsa Família e a ausência de concorrentes no encontro.

Zema afirmou que o STF se transformou em um “balcão de negócios”. O candidato acusou ministros de manterem relações com Daniel Vorcaro e defendeu o afastamento de juízes e magistrados envolvidos em corrupção. Ele também pediu “grandes reformas” e classificou o reajuste do Bolsa Família como uma medida populista atribuída ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Cury disse que acontecimentos recentes no STF se aproximaram de um teatro e criticou o pedido de vista feito por Flávio Dino. Para o candidato, a medida adiou a discussão de problemas nacionais. Ele defendeu uma reforma no Judiciário, mandato de oito anos para ministros do Supremo e investigação de ministros corruptos.

Ao falar sobre o Senado, Zema criticou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-Ap). O candidato afirmou que Alcolumbre estaria envolvido com o Banco Master e impediria a votação do impeachment de ministros do STF.

Samara Martins (Unidade Popular) abriu sua participação com a defesa do fim da escala 6×1, de 100% de aumento do salário mínimo e de medidas de enfrentamento aos ricos. Ela também mencionou a suspensão do pagamento da dívida pública e, até aquele momento, não havia comentado o STF.

Renan Santos (Missão), Lula, Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD) não participaram do debate.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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