Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Pix por biometria da palma dispensa celular e cartão em testes no Brasil

Solução da Positivo Tecnologia e da Tencent Cloud usa características da mão e vasos sanguíneos para autenticar pagamentos.

Pix por biometria da palma dispensa celular e cartão em testes no Brasil

A Positivo Tecnologia e a Tencent Cloud apresentaram uma solução que permite pagar por Pix aproximando a palma da mão de um leitor, sem uso de celular, cartão ou QR Code. A tecnologia foi mostrada durante a Autocom 2026, em São Paulo.

Antes de utilizar o sistema, o consumidor precisa cadastrar a mão. Sensores analisam características externas da palma e também o padrão dos vasos sanguíneos sob a pele. Com esses dados, o equipamento cria uma identificação biométrica individual.

Depois do cadastro, a pessoa posiciona a mão aberta diante do leitor. As empresas responsáveis afirmam que o reconhecimento pode ocorrer em cerca de meio segundo. O sistema também tem mecanismos de prova de vida, que verificam se há uma pessoa real diante do equipamento.

Relação com o Pix

O Pix continua sendo responsável pela transferência do dinheiro. A mudança está na forma de identificar e autenticar o consumidor. Em vez de abrir o aplicativo do banco ou escanear um QR Code, o usuário pode aproximar a mão do leitor, desde que a biometria esteja vinculada previamente a uma conta ou forma de pagamento.

A tecnologia também permite associar cada mão a uma opção diferente. Nas demonstrações, uma mão foi apresentada como possibilidade de uso com Pix, enquanto a outra poderia ser ligada a um cartão. A configuração final dependerá das regras de cada empresa e das integrações disponíveis.

Após a apresentação, as empresas passaram a mostrar os terminais a varejistas, adquirentes e integradores. Supermercados, farmácias, restaurantes e outros estabelecimentos com grande circulação estão entre os possíveis locais de adoção. A biometria também pode ser aplicada em programas de fidelidade e sistemas de acesso.

A solução ainda depende da adesão de bancos, varejistas, adquirentes e empresas de tecnologia, além da instalação de leitores compatíveis pelos estabelecimentos. Neste momento, funciona como uma alternativa de pagamento e tende a aparecer primeiro em grandes redes e locais com fluxo intenso de clientes.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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