Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Aplicação e reaplicação pesam na proteção solar além do número do FPS

A proteção contra queimaduras depende do fator escolhido, da quantidade aplicada e da renovação do produto durante a exposição.

Aplicação e reaplicação pesam na proteção solar além do número do FPS
Foto: Ilustração/IA

O número indicado na embalagem não determina sozinho a proteção contra queimaduras solares. O resultado também depende da quantidade de produto usada, da cobertura das áreas expostas e da reaplicação durante o contato com o sol.

O FPS mede principalmente a proteção contra a radiação UVB, associada às queimaduras. Para a população em geral, o Ministério da Saúde indica o uso de filtro solar com FPS 15 ou mais. Recomendações práticas costumam apontar o FPS 30 ou superior como uma opção adequada para ampliar a proteção.

Um produto com FPS 30 já oferece proteção elevada contra a radiação UVB. Fatores mais altos podem acrescentar uma margem de proteção para pessoas que se queimam com facilidade ou permanecem por muito tempo sob o sol. Nenhum deles, porém, impede completamente a queimadura.

Como manter a proteção

A camada aplicada interfere no resultado. Passar uma quantidade pequena, suar ou entrar na água pode reduzir a proteção oferecida pelo filtro, de acordo com o Ministério da Saúde. O produto deve cobrir de forma adequada todas as áreas expostas.

A orientação do Ministério da Saúde é reaplicar o protetor a cada duas horas durante a exposição solar e reforçar a aplicação após mergulhar ou transpirar muito. A FDA também recomenda renovar o produto pelo menos a cada duas horas, com maior frequência quando houver suor ou contato com a água.

FPS alto não é proteção total

O FPS 100 não representa uma proteção duas vezes maior que a de um produto com FPS 30. A medida é relativa à proteção contra a radiação que provoca queimaduras e não indica por quantas horas uma pessoa pode ficar ao sol sem se queimar.

A proteção deve ser combinada com outros cuidados. O Ministério da Saúde recomenda diminuir a exposição principalmente entre 10h e 16h e recorrer a sombra, roupas, chapéus e óculos de sol. O INCA aponta a exposição solar excessiva como o principal fator de risco para o câncer de pele e recomenda associar o filtro a outras medidas de proteção.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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