Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Esportes

Febre e falta de ar indicam pausa nos exercícios durante a gripe

Sintomas, resposta do corpo e intensidade da doença devem orientar a decisão de treinar ou descansar.

Febre e falta de ar indicam pausa nos exercícios durante a gripe

Febre, dor no peito, dificuldade para respirar e fraqueza importante são sinais de que o treino deve ser interrompido durante uma gripe ou um resfriado. Nesses casos, o corpo precisa priorizar a recuperação, e o esforço físico pode prolongar o desconforto.

A decisão depende do quadro apresentado. Resfriados costumam provocar sintomas mais leves, como espirros, congestão nasal e irritação na garganta. A gripe pode vir acompanhada de febre, dores no corpo, cansaço intenso e mal-estar. Também é possível observar se os sintomas estão concentrados “acima do pescoço”, como coriza, nariz entupido e irritação leve na garganta.

Quando reduzir a atividade

Na ausência de febre e de sinais de comprometimento geral, uma caminhada tranquila, exercícios de mobilidade ou uma sessão com carga reduzida podem ser alternativas. O objetivo não deve ser melhorar o desempenho, mas manter algum movimento sem aumentar o estresse sobre o organismo.

A resposta durante e depois da atividade precisa ser observada. Piora dos sintomas, queda acentuada de energia, tontura, falta de ar ou desconforto fora do habitual indicam que o exercício deve ser encerrado.

Por que descansar pode ser melhor

Durante uma infecção, força, resistência e capacidade de sustentar esforços prolongados podem diminuir. Sono ruim, menor ingestão de líquidos e mudanças na alimentação também afetam o rendimento. Com cansaço ou desconforto, a técnica dos movimentos pode ser prejudicada, elevando o risco de executar os exercícios de forma inadequada.

Alguns dias sem treinar não eliminam todo o condicionamento. Tentar compensar a pausa com uma volta acelerada pode ser mais prejudicial. Nesse período, as prioridades são dormir bem, manter a hidratação, retornar gradualmente e não tentar recuperar de imediato a carga perdida.

Retorno após a recuperação

Mesmo depois do desaparecimento dos sintomas mais fortes, o corpo pode precisar de tempo para recuperar a capacidade de esforço. A volta deve começar com uma sessão mais leve, acompanhando a reação nas horas seguintes e no dia posterior.

Quem corre pode reduzir duração e intensidade. Na musculação, é possível diminuir cargas e volume antes de retomar o treinamento normal. O erro é voltar exatamente ao ponto em que a rotina foi interrompida.

A ideia de “suar a gripe” para eliminar a doença não tem comprovação científica. O suor ajuda a controlar a temperatura corporal, mas não elimina vírus nem cura infecções. Além disso, academias e locais fechados podem aumentar o risco de transmitir o vírus durante uma infecção respiratória. Quando possível, descansar ou escolher uma atividade individual ao ar livre pode ser uma alternativa mais segura.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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