A redução do número de jogadores estrangeiros no futebol brasileiro, determinada pela CBF, foi criticada por Boto, dirigente português que trabalha no Brasil e já passou por outras ligas.
Para ele, a regra não deve impedir a saída de atletas jovens para a Europa. Sem condições de manter jogadores considerados de valor, os clubes terão de escalar atletas com menos valia, na avaliação do dirigente.
“Não me parece que essa medida vá ajudar o futebol brasileiro”, disse Boto, que também afirmou que a mudança pode enfraquecer a liga brasileira.
O dirigente declarou respeitar os responsáveis pelos estudos que levaram à decisão da CBF, mas discordou do efeito esperado. Segundo Boto, os melhores jogadores continuarão deixando o país ainda muito novos, e a limitação não resolverá esse movimento.
A determinação da entidade altera o limite de estrangeiros no futebol brasileiro, mas o texto não informa quantos atletas poderão ser relacionados ou quando a medida entrará em vigor.



