Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Eclipse solar total de 2027 terá mais de seis minutos de duração

Fenômeno ocorrerá em 2 de agosto de 2027, mas o Brasil ficará fora da faixa de totalidade.

Eclipse solar total de 2027 terá mais de seis minutos de duração
Foto: Reprodução/Paulo Pinto/Agência Brasil

Um eclipse solar total vai escurecer parte do céu em 2 de agosto de 2027, quando a Lua passará entre a Terra e o Sol. No momento de maior duração, a fase de totalidade deverá alcançar aproximadamente 6 minutos e 23 segundos.

Durante esse período, o disco solar ficará totalmente encoberto e a luminosidade diminuirá de forma perceptível. Em algumas áreas, o céu poderá assumir aparência noturna, com possibilidade de observação de estrelas e planetas que normalmente não aparecem durante o dia.

A faixa de totalidade terá cerca de 258 quilômetros de largura e passará por áreas do sul da Europa, do norte da África e do Oriente Médio. Espanha, Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia, Egito, Arábia Saudita e Iêmen estão entre os países que poderão acompanhar o eclipse completo.

Visibilidade no Brasil

O Brasil não estará dentro da faixa em que o Sol ficará completamente encoberto. Ainda assim, algumas regiões poderão observar o eclipse de forma parcial, conforme a localização e as condições do céu no momento do evento.

A escuridão também permitirá pesquisas sobre a coroa solar e outros fenômenos relacionados ao Sol. A duração prevista faz com que o eclipse esteja entre os eventos de totalidade mais longos do período.

Um eclipse total com duração semelhante está previsto para 3 de junho de 2114, com totalidade central estimada em cerca de 6 minutos e 32 segundos. A NASA informa que o eclipse total mais longo entre 4000 a.C. e 8000 d.C. ocorrerá em 16 de julho de 2186, com 7 minutos e 29 segundos.

Cuidados para observar

A observação do eclipse exige proteção específica. Durante a fase parcial, é necessário usar filtros certificados para instrumentos ópticos ou óculos desenvolvidos para a observação solar. Óculos de sol comuns não são suficientes, assim como películas, vidros escuros e soluções improvisadas, que não bloqueiam a radiação de maneira segura.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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