Entre os cortes menos valorizados do açougue, o sete da paleta aparece como uma alternativa para quem busca carne macia e saborosa sem recorrer necessariamente à picanha, ao contrafilé ou ao filé mignon. O corte vem da parte dianteira do boi e costuma ter preço mais acessível, embora o valor dependa do local da compra e das características da peça.
O sete da paleta também pode ser encontrado pelos nomes raquete e shoulder. A paleta é tradicionalmente associada às carnes de segunda, mas essa parte específica se destaca, conforme açougueiros e churrasqueiros, pela maciez, pelo sabor e pelo rendimento no preparo.
A presença de gordura entremeada é uma das características atribuídas ao corte. Ela pode contribuir para a suculência durante o preparo na churrasqueira. Mauro Camargo, do canal Embaixador do Churrasco, apresenta a peça como uma opção para a brasa e mostra, em vídeo publicado no YouTube, como prepará-la.
Versatilidade no preparo
O corte não precisa ser usado apenas na churrasqueira. O sete da paleta pode virar bife, ser levado à chapa ou entrar em receitas de cozimento mais lento. Essa variedade amplia as possibilidades de uso na cozinha.
O preço não segue uma diferença fixa em relação às carnes consideradas de primeira. O valor varia conforme a cidade, o açougue e o padrão da peça. Por isso, a vantagem econômica pode mudar de acordo com o lugar e o produto encontrado pelo consumidor.



