O tipo de tomate pode mudar o resultado de uma receita. Características como quantidade de água, sementes, firmeza, polpa, doçura e acidez ajudam a definir se o fruto funciona melhor em molho, salada, sanduíche ou assado.
O tomate italiano tem formato alongado, é firme e apresenta polpa espessa. Como costuma ter menos sementes e água, é indicado para molhos mais encorpados. Uma opção é prepará-lo com alho, cebola, azeite e manjericão.
Pequeno, arredondado e geralmente mais doce, o tomate-cereja combina com pratos em que aparece inteiro ou em pedaços pequenos. Saladas, espetinhos e canapés estão entre os usos mais adequados. Também pode ser servido com brotos, limão e azeite.
O tomate grape é pequeno e alongado, com formato semelhante ao de uma uva. A textura firme, o sabor adocicado e a pouca quantidade de sementes favorecem o uso em saladas e preparações assadas. Ele pode ser assado com alho, tomilho e azeite para acompanhar labneh e torradas.
Opções versáteis e para fatiar
O tomate Débora tem mais sementes e água do que o italiano, mas pode ser usado em diferentes preparações. Funciona em molhos e saladas, além de poder ser assado ou desidratado. Uma alternativa é fazer tomate seco temperado com azeite, alho e ervas.
Grande, firme e com acidez relativamente baixa, o tomate caqui é indicado para saladas, sanduíches e vinagretes. O tamanho facilita o corte em fatias maiores. Uma possibilidade é grelhá-lo com cebola, azeite e vinagre.
Não há um único tomate adequado para todas as receitas. A escolha depende do resultado desejado: mais polpa para o molho, doçura para a salada ou firmeza para cortar e assar.



