Porto Alegre, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Esportes

Vacinação na vida adulta exige conferir histórico e doses pendentes

O calendário do Ministério da Saúde traz orientações para adultos, viajantes, idosos e pessoas com condições específicas de saúde.

Vacinação na vida adulta exige conferir histórico e doses pendentes

A carteira de vacinação deve ser revisada também na vida adulta. O histórico define quais doses ainda são necessárias, e uma vacina atrasada não significa, necessariamente, que o esquema inteiro precise ser reiniciado.

O Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde é atualizado periodicamente e, na versão de 2026, considera adultos as pessoas de 25 a 59 anos. Para esse grupo, aparecem entre as principais vacinas a hepatite B, a dupla adulto (dT), a febre amarela e a tríplice viral.

A hepatite B prevê três doses, conforme o histórico vacinal. A dT protege contra difteria e tétano e pode exigir a complementação de três doses quando o esquema anterior não estiver completo. Para a febre amarela, há uma dose para adultos, de acordo com o histórico e as orientações do calendário.

A tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, tem recomendações que variam conforme a idade e a situação vacinal. Pessoas de 25 a 29 anos têm previsão de duas doses. Entre 30 e 59 anos, a indicação é de uma dose, considerando o histórico. Trabalhadores da saúde seguem uma recomendação específica.

Como regularizar doses atrasadas

Quem deixou de tomar uma dose no período recomendado deve procurar uma unidade de saúde para atualizar o Cartão de Vacinas. As aplicações anteriores são consideradas na definição do esquema necessário. Por isso, não é indicado tentar reconstruir o calendário por conta própria, especialmente quando há dúvidas sobre as datas.

A perda da carteira também não impede o atendimento. O Ministério da Saúde informa que é possível solicitar uma nova via, consultar as informações disponíveis e receber as vacinas indicadas mesmo sem o documento.

Viagens e outras fases da vida

O destino da viagem pode alterar as orientações. Alguns países exigem ou recomendam vacinas específicas, e o Ministério da Saúde orienta que os viajantes façam essa verificação antes do embarque. Para viagens internacionais, a pasta recomenda atenção especial à tríplice viral devido à circulação de sarampo e rubéola em outros países.

As recomendações ainda mudam conforme a fase da vida e as condições de saúde. Crianças, adolescentes e jovens, adultos, idosos e gestantes têm orientações próprias. Algumas pessoas podem ser encaminhadas aos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

A partir dos 60 anos, há um calendário específico para idosos, com orientações para vacinas como influenza e covid-19, além de outras indicações conforme o histórico e as características de cada pessoa.

A vacinação de rotina está disponível durante todo o ano no SUS. O Ministério da Saúde recomenda levar o histórico disponível a um profissional de saúde para identificar doses pendentes e registrar as aplicações realizadas.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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