A forma de armazenar a carne influencia sua conservação e pode evitar alterações na aparência, no cheiro e na qualidade do alimento. Para carnes bovinas, suínas e aves cruas, a referência sanitária é mantê-las em temperatura de até 4°C. De modo geral, alimentos refrigerados devem permanecer abaixo de 5°C.
A embalagem também precisa ser verificada. Caso o fabricante indique uma condição específica de conservação, essa orientação deve ser seguida. A Anvisa alerta que temperaturas superiores às necessárias podem favorecer a multiplicação de microrganismos.
Na geladeira, carnes cruas devem ficar nas prateleiras inferiores. Alimentos prontos para consumo devem ser colocados acima, reduzindo o risco de contato com líquidos da carne.
Embalagem e tempo fora da geladeira
Se a embalagem estiver aberta ou sem proteção adequada, a carne deve ser colocada em um recipiente limpo, fechado e que não permita vazamentos. A medida evita o contato com outros alimentos e reduz a exposição da superfície ao ar.
Durante o preparo, a carne não deve permanecer por muito tempo fora da refrigeração. A Anvisa recomenda diminuir ao máximo o período de permanência de alimentos perecíveis em temperatura ambiente.
Quando congelar a carne
O congelamento é uma opção quando a carne não será preparada em pouco tempo. Para preservar melhor o alimento, é indicado dividir a peça em porções, retirar o excesso de ar da embalagem e identificar a data do congelamento. O freezer deve ser mantido a -18°C ou menos.
O descongelamento deve ser feito na geladeira, abaixo de 5°C, ou no micro-ondas quando a carne for preparada imediatamente. Não é recomendado deixar o alimento descongelando sobre a bancada.
A carne descongelada não deve ser congelada novamente, exceto quando tiver sido cozida antes do novo congelamento. Se não for utilizada imediatamente, deve permanecer sob refrigeração.



