Porto Alegre, Sábado, 26 de setembro de 2026
Brasil

Eclipse total de 2027 terá até 6 minutos e 22 segundos de duração

Fenômeno previsto para 2 de agosto de 2027 será visível em partes da Europa, da África e do Oriente Médio, mas não no Brasil.

Eclipse total de 2027 terá até 6 minutos e 22 segundos de duração
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Um eclipse solar total previsto para 2 de agosto de 2027 poderá manter o Sol completamente encoberto por 6 minutos e 22 segundos. A estimativa é da Nasa, que considera o evento o mais longo do século.

A faixa de totalidade terá cerca de 258 quilômetros de largura e cruzará áreas do hemisfério oriental. O fenômeno deve começar no Atlântico Leste, seguir em direção ao Estreito de Gibraltar e passar por Espanha, Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia, Egito, Sudão, Arábia Saudita e Somália.

O ponto máximo está previsto para o Egito. O Brasil ficará fora da rota de totalidade e, por isso, o eclipse não poderá ser observado completamente no país.

Por que o eclipse será tão longo

A duração está relacionada à posição da Lua e do Sol. Durante o eclipse, a Lua estará próxima do perigeu, quando fica mais perto da Terra e aparenta ter um tamanho maior no céu.

Ao mesmo tempo, o Sol estará em uma posição na qual parecerá um pouco menor. Com essa combinação, a Lua conseguirá cobrir todo o disco solar por um período mais extenso.

Como ocorre a totalidade

O eclipse solar total acontece quando a Lua passa entre a Terra e o Sol e bloqueia completamente a luz solar para quem está dentro da faixa de totalidade. Nesse intervalo, o céu escurece de forma temporária e a coroa solar pode ser observada.

A coroa é a camada mais externa da atmosfera do Sol. Normalmente, ela não pode ser vista a olho nu porque o brilho do disco solar a encobre.

A duração prevista faz do eclipse de 2027 um dos eventos mais aguardados da astronomia neste século, com uma fase de escuridão parcial superior a seis minutos.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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